domingo, 14 de novembro de 2010
Prefeitura de Baraúna faz pouco caso com os estudantes do município
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Universitários e cursistas perdem aulas por falta de transporte escolar em Baraúna
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Gestão Escolar prioriza minoria
sábado, 16 de outubro de 2010
Professor competente e comprometido não é valorizado em Baraúna
O artigo que trata do direito de afastamento do professor por exercício da profissão a cada cinco anos foi escrito assim:
Art. 14 - A cada cinco anos de efetivo exercido, o professor adquire o direito de se afastar do exercício do cargo efetivo, com a respectiva remuneração, por três meses.
Plano Modificado pela Prefeitura
Art. 13 - A cada cinco anos de efetivo exercido, o professor adquire o direito de se afastar do exercício do cargo efetivo, com a respectiva remuneração, por três meses.
I - Perderá esse beneficio o Professor que:
- Não apresentar bom desempenho no exercício de suas funções;
- Não executar as tarefas estabelecidas pela Unidade Escolar;
- Não apresentar pontualidade e assiduidade satisfatória.
Observe que o artigo aprovado pelos professores foi acrescentado condicionalidades sem nosso conhecimento e consentimento. Mesmo sendo aprovado do jeito que a prefeitura quis o mesmo não está sendo cumprido.
Uma colega professora com vinte anos de magistério, portanto, com direito a quatro férias gozou uma e tem três para desfrutar. Enviou requerimento à Secretaria Municipal de Educação solicitando uma delas, mas seu pleito não foi atendido, mesmo estando assegurado no Plano de Carreira.
A professora a que me refiro é reconhecida pela própria administração como uma profissional que cumpri com todas as condicionalidades acima citadas e mesmo assim seu direito foi negado. A Secretaria Municipal de Educação alega que não pode dar as férias porque não tinha professor para substituí-la. Porque não obriga os professores que estão fora da sala de aula a substituí-la?
Segundo uma ex-secretária de educação do município de Baraúna, há hoje mais de vinte professores fora da sala de aula que continuam a receber pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Isso não é permitido pela Lei do Fundeb, Lei do Piso Nacional de Professor e muito menos pelo Plano de Carreira do Magistério. Duvido que se o plano estivesse sendo cumprido se isso estaria acontecendo. Mas continua como antes porque politicamente é interessante para o governo municipal.
Depois disso ficam justificando aos que realmente trabalham na educação que não pode aumentar salários porque a folha de pagamento está muito alta. Todos os dias os direitos dos professores são usurpados e ninguém faz absolutamente nada, inclusive os próprios professores.
Assim são tratados os professores que duplicaram o IDEB do município em apenas dois anos. Ou será que recebemos esse tratamento porque não tivemos participação alguma no índice?
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Merenda Escolar: alunos do João de Abreu e Manoel de Barros têm tratamento diferenciado

Este ano o valor repassado pela União a estados e municípios foi reajustado para R$ 0,30 por dia para cada aluno matriculado em turmas de pré-escola, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos. As creches e as escolas indígenas e quilombolas passaram a receber R$ 0,60.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Escola tem aulas de informática suspensas
segunda-feira, 26 de abril de 2010
A escola que deseduca
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Alunos da rede pública de Baraúna ficam sem aulas por falta de transporte
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Chuva danifica equipamentos de escola
sábado, 13 de março de 2010
Mérito ao demérito

Como de praxe, durante as férias refleti calmamente sobre a vergonha do ensino da Escola Manoel de Barros e resolvi elaborar alguns projetos objetivando tirar a escola do buraco da vergonha. Ao iniciar as aulas entreguei à direção dois projetos que elaborei intitulados de Todos na Escola e Visão de Futuro. O primeiro tem o objetivo de reduzir a evasão escolar através de várias ações articuladas e entre estas a implantação da Ficha de Comunicação do Aluno Infreqüente (FICAI) e o segundo propõe realizar um exame de vista (triagem) nos alunos da escola.
Quando propus os dois projetos não tinha e nem tenho o interesse de coordenar absolutamente nada, até porque a escola tem gente sobrando para assumir esta tarefa. Mas para minha surpresa, soube que uma colega professora, que está substituindo um funcionário supostamente afastado sem remuneração, iria assumir a coordenação do projeto. Não quis acreditar, mas um dia depois esta professora me procurou pedindo que o ajudasse a executar o projeto, pois não sabia por onde começar, melhor, não sabia nem qual era o objetivo do projeto. Depois soube que a mesma coordenação tinha sido oferecida a outra professora, mas por não ter participado da elaboração do projeto e consequentemente do que se tratava, teve a humildade de não aceitar a proposta feita pela Secretaria Municipal de Educação.
Esse fato expõe dois erros cometidos pela Secretaria de Educação: primeiro – o Plano de Carreira, Cargos, Salários e Remuneração do Magistério Público Municipal de Baraúna não permite que um funcionário afastado por estar assumindo outro emprego seja substituído por outro e continuar recebendo seus honorários e segundo – os recursos do Fundo de Manutenção da Educação Básica – Fundeb não pode está sendo usado para satisfazer outros interesses que não seja da educação básica.
Não tenho nada contra a professora e muito menos com o colega que ela está substituindo, no entanto, a atitude da Secretaria de Educação em entregar uma coordenação de um projeto de outro professor foi uma atitude desastrada, irresponsável e desmotivadora com as pessoas que pensam e projetam melhorias para aquela escola. Que motivos outro(a) professor(a) terá para sugerir algo para aquela escola se este poderá ser usado como moeda de troca para beneficiar pessoas sem preparo e descomprometidas com a escola?
Somos conhecedores da pressão que o Secretário de Educação sofre diariamente para continuar transformando sua secretaria num cabide de emprego bem como sua posição contrária a tudo isso, inclusive se opondo a interesses de pessoas influentes na administração. A última que ficamos sabendo foi que o Secretário de Educação vem sofrendo chantagens por parte de alguns profissionais da educação do município para assumirem privilégios usando erros da administração como objeto de chantagem. Não quero acreditar, mas se isso estiver acontecendo é um fato grave.
A origem de todos os problemas da educação de Baraúna é uma só: a educação e seus recursos sendo usados para satisfazer os interesses políticos, partidários e pessoais de uma minoria de pessoas que não tem compromisso algum com nossa educação.
Assim caminha a educação de Baraúna!!!