Outras escolas do município, incluindo as da zona rural, poderiam está se beneficiando com salas de informática, mas a prefeitura não tem demonstrado interesse pelo programa porque não quer cumprir com a sua contrapartida. Para a atual administração educação não é investimento, mas uma despesa desnecessária.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Baraúna segue formando analfabytes
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Má gestão de recurso público contribui para a exclusão digital no Manoel de Barros
Pesquisa realizada em 400 escolas públicas em 13 capitais brasileiras mostra que o tradicional problema de falta de infra-estrutura está sendo superado pela falta de preparo para lidar com as novas tecnologias.
As escolas possuem computadores, mas falta treinamento para melhorar o uso das máquinas. Entre as instituições de ensino, 98% têm computador e 83% acesso a internet com conexão banda larga. Mas em poucas escolas os equipamentos são utilizados de forma eficiente na melhoria da aprendizagem.
O Programa Nacional de Informática da Educação - Proinfo entregou à Escola Manoel de Barros em dezembro de 2008 dez computadores com internet e 01 impressora e nesta semana chegaram mais à escola 07 computadores, 17 monitores de LCD, um provedor e uma impressora. Todo esse investimento da União poderia ser motivo de alegria para professores e alunos, mas não é.
A falta de qualificação dos professores coloca em risco o investimento feito. Grande parte dos professores não tem computador em casa, o que os distancia ainda mais da tecnologia. Outro fator desfavorável é que o município não capacita seus professores.
Para piorar a situação, a pouco mais de trinta dias os computadores foram molhados com água da chuva devido a goteiras da sala onde ficam as máquinas. Não podemos chamar isso de fatalidade, pois avisei e mostrei a direção da escola na época que as máquinas poderiam ser atingidas pela água das goteiras da sala. Resultado: somente depois dos computadores serem atingidos pela chuva é que o município providenciou uma pessoa para corrigir o telhado.
A curto prazo a Secretaria Municipal de Educação poderia contratar, pelo menos, três pessoa para dar aulas de informática aos alunos. A médio e longo prazo poderia capacitar os professores para utilizar as ferramentas das novas Tecnologias da Informação e Comunicação no desenvolvimento de projetos colaborativos com os alunos.
Já propus aos alunos o uso de duas aulas de matemática das cinco semanais para ensiná-los a usar os recursos disponíveis no desenvolvimento de projetos. A proposta foi bem aceita, mas ainda não tive a coragem de propor à direção.
Assim caminha a educação de Baraúna!!!
sábado, 20 de março de 2010
Exclusão digital nas escolas públicas
