quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Documento traz propostas de especialistas para melhorar educação básica
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Natal Ecológico do Manoel de Barros: um pouco de reflexão
O que vimos diariamente são pessoas dizendo que nossos alunos não querem nada. Mas essas mesmas pessoas já perguntaram o que eles querem?
Este projeto e muitos que já foram conduzidos por alguns colegas servem para provar que todos desejam aprender, mas não como a escola dita o que e como aprender.
Os alunos do 9º Ano A matutino conquistaram e realizaram coisas impensáveis para a maioria, principalmente os que têm neles apenas como um número no censo escolar. Entre os projetos executados por eles cito dois mais importantes: Natal Ecológico do Manoel de Barros e Educação e Voluntariado pela Vida.
Outro feito importante realizado por estes alunos foi a elaboração de um abaixo assinado com o objetivo de melhorar a merenda da escola. Com o abaixo assinado pronto eles entregaram uma cópia ao prefeito, secretário municipal de educação e presidenta do Conselho de Alimentação Escolar. Resultado: a merenda teve uma melhora.
Quando decidimos executar este projeto tínhamos dois objetivos claros: realizar uma ornamentação natalina diferente para a escola e desmentir os que acham que aluno não quer nada e é um bando de incapazes.
Precisamos entender que a escola onde a maioria já estudou não serve mais para nossas crianças e adolescentes. Mesmo assim insistimos com ela. Qual o aluno que vive mergulhado no mundo dominado pelas novas tecnologias aceitará passivamente aulas altamente massacrantes e tediosas sem nexo com sua realidade? Com esse projeto além das aulas do turno que estão matriculados faziam questão de estarem trabalhando em mais um turno. Aonde e em qual disciplina vimos esse interesse?
- Nenhuma contribuição da Secretaria Municipal de Educação;
- Total ausência da supervisão escolar. No final do projeto, apenas Ana Barbosa se propôs a colaborar;
- Dos mais de 50 professores apenas quatro deram a sua contribuição (Estela, Ana Meyre, Cícera Josineide e Honoelson);
- Dos recursos usados no projeto, a prefeitura participou com R$ 196,00. O restante foi assumido por sua coordenação, alunos e o diretor da escola;
- Falta de espaço para confecção dos enfeites natalinos. O espaço usado foi um terreno por trás da cozinha da escola;
- Falta de tempo para dedicação exclusiva ao projeto. Ao mesmo tempo em que executávamos o projeto estávamos em sala de aula;
- Falta de compreensão de alguns funcionários da escola com os alunos.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Natal Ecológico do Manoel de Barros: Parte 03
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Geração Y
Eles já foram acusados de tudo: distraídos, superficiais e até egoístas. Mas se preocupam com o ambiente, têm fortes valores morais e estão prontos para mudar o mundo. Continue lendo...
Tratando do mesmo tema o Jornal da Globo apresentou nesta semana uma série de reportagens mostrando as diferenças entre as gerações no que se refere ao mercado de trabalho.
Assista os vídeos
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Na era da Internet, mural offline vira canal de debate entre alunos
Projeto de aluno articula escola e comunidade pela comunicação e vira política pública
Para conferir a lista completa dos premiados, clique aqui.
(Escrito por Desirèe Luíse/Portal Aprendiz)
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Uma escola de cara nova
Artigo publicado pela Agência Comunitária de Notícias da Barra Funda.
domingo, 29 de agosto de 2010
Alunos do Manoel de Barros produz e publicam na internet vídeos sobre drogas
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Educação também se faz com pequenas ações
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
No Ar
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Com Internet, professor deve ter papel de orientador, diz CNE
quinta-feira, 1 de julho de 2010
A Escola Manoel de Barros concorrerá ao Prêmio Construindo a Nação
Com o objetivo de estimular as escolas públicas e privadas da Educação Infantil, Ensino Fundamental, Médio e EJA (Educação de Jovens e adultos) a desenvolverem, em conjunto com seus alunos, projetos de ação que contemplem temas voltados à cidadania, o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento da Cidadania, instituiu o Prêmio “Construindo a Nação”.
A realização desta edição do Prêmio é uma ação conjunta do Instituto da Cidadania Brasil e da Confederação Nacional da Indústria – Conselho Permanente de Responsabilidade Social e Serviço Social da Indústria - Nacional (SESI).
Recebemos a visita de duas representantes do SESI nesta quinta-feira convidando a escola para participar do prêmio. A direção sugeriu a inscrição do Projeto "Educação e Voluntariado pela Vida". O projeto já está em fase de execução e tem o objetivo de realizar palestras com os alunos e pais das escolas públicas e privadas do município discutindo temas que deveriam ser trabalhados em sala de aula, mas por motivos diversos não são abordados como: drogas, sexualidade, bullying, gravidez na adolescência entre outros temas de interesse dos alunos e suas famílias.
Caro professor (a), se a sua escola já desenvolve algum projeto que envolva seus alunos e esteja voltado à cidadania, visite o portal do Instituto Cidadania e faça a inscrição do seu projeto até o final de julho.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Apostila melhora nota de aluno em SP
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Estudantes de Baraúna postam trabalho no youtube
sábado, 5 de junho de 2010
Escolas precisam de subversão, diz professor da USP
sexta-feira, 21 de maio de 2010
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Secretaria de Educação de Baraúna capacitará alunos, professores e funcionários

quinta-feira, 29 de abril de 2010
Professor desconectado está com os dias contados
Alberto Tarnagui, em artigo escrito para o Programa Salto para o Futuro, intitulado: Educação Digital e Tecnologia da Informação e da Comunicação (TIC), afirma que a escola deve atender a alguns requisitos básicos, entre eles:
- Ser espaço em que o aluno possa construir conhecimentos e competência;
- Oferecer aos seus alunos sólida formação básica para seguir sua vida, bem como para realizar escolhas que a vida lhes apresenta a cada instante;
- O ensino deve focar na formação para ampliar a capacidade de interferência no entorno;
- Oferecer uma educação que valoriza tanto a dúvida como a resposta;
- Levar os alunos a entender o conhecimento como instrumento de comunicação e de intervenção no mundo real;
- Contribuir com a inclusão digital, oferecendo aos estudantes e professores acesso às Tecnologias da Informação e Comunicação, gerando competência para que sejam leitores como autores nestes meios;
- Ser flexível e receptiva às mudanças ocorridas no seu entorno e estar preparada para promover transformações em si, garantindo seus interesses sempre que ocorram mudanças na re-educação.
Dentre os responsáveis por elaborar e colocar em prática esses requisitos básicos está o professor, diretores de escolas e equipe pedagógica.
Numa pesquisa de opinião concluída na semana passada sobre o futuro do ensino superior, uma parcela expressiva de alunos da Universidade de São Paulo - 18% - disse acreditar que o professor tem os dias contados. Não conseguiria sobreviver às novas tecnologias, perdendo a guerra contra as máquinas.
Essa visão radical, digna de filme de ficção científica, está ancorada na crença de que os novos meios de captação e transmissão de dados estão mudando o jeito como ocorre o aprendizado.
Não acredito que um professor desconectado do mundo e da sua comunidade esteja preparado para o desafio que temos: continuar a fazer a escola necessária e significante para os novos alunos.
Apesar de o professor continuar indispensável no processo ensino-aprendizagem, seu papel mudou. Temos nas escolas três tipos de professores:
- O que não quer mudar e se orgulha de continuar ensinando o mesmo conteúdo com a mesma metodologia a mais de 20 anos;
- O que tem consciência que está ultrapassado e espera que a Secretaria de Educação e sua escola o ajude a mudar e;
- O professor que não espera e já ensaia alguma mudança por conta própria.
O que temos hoje, na maioria das nossas escolas, são professores com deficiências até para repassar seus conhecimentos, imagine usar as novas tecnologias em benefício de um alunado conectado com o mundo. Culpa deles? Em parte. São culpados os que, mesmo sabedores de sua deficiência, se acomodam e não procuram atualizar-se.
Todos somos vítimas de uma péssima universidade. Assim como nossas escolas de ensino fundamental e médio, são deficientes e não mudam. Mudar exige nova forma de pensar, planejar e agir. Essa mudança dar muito trabalho e a maioria prefere continuar como está.
terça-feira, 20 de abril de 2010
Para os Secretários de Educação que resistem à inovação
- Minha Escola tem História: este projeto tem o objetivo de contar por meio de fotografias e documentos a história da Escola Manoel de Barros.
- Do Giz ao Pixel: este projeto tem o intuito de usar câmera fotográfica e celular dos próprios alunos para produzir vídeos que retrate o cotidiano deles. Após finalização destes vídeos criaremos um site para serem publicados e assistidos por todos.
- Palestras Educativas: a escola tem se preocupado tão e somente a repassar conteúdos sem significância na ótica dos alunos. Buscando sair dessa mesmice os alunos estão realizando na escola palestras sobre Drogas na Adolescência, Gravidez na Adolescência, Bullying, Estatuto da Criança e do Adolescente, etc.
- Rádio: esta projeto está em execução desde 2009, mas está precisando de alguns ajustes. A grande dificuldade que temos enfrentado com o projeto é a composição do grupo, formado por alunos ainda muito novos para o grau de complexidade do projeto.