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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Por dentro do Assunto: Drogas

O Escola em Rede está disponibilizando grátis para você baixar para o seu computador material informativo sobre droga na forma de cartilhas, folhetos, livretos e glossário. O material trata de diversas drogas lícitas e ilícitas como tabaco, álcool, maconha, cocaína, inalantes, anabolizantes, etc. A maioria do material está no formato PDF.

Se você professor(a) deseja trabalhar o tema droga na sua sala de aula, aconselho que der uma passada na seção Download.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Violência toma conta das escolas públicas

Se você tem assistido telejornais ultimamente deve ter percebido veiculações diárias de notícias da violência nas escolas públicas provocada por alunos aos próprios colegas, professores e diretores. Por trás do problema está a família desestruturada e uso de drogas.

Antes a escola tinha a obrigação de ensinar aos alunos só os conteúdos para passar de ano e no máximo o vestibular, hoje está assumindo, também, o papel da família. No caso de Baraúna não estamos conseguindo nem uma coisa nem outra. Da forma como nossa educação está sendo conduzida, continuaremos sendo o município com a pior educação do Brasil.

Precisamos urgentemente paramos, pensarmos, elaboramos um plano de ação e construirmos parcerias para combatermos o problema que vem aumentando de forma assustadora, principalmente na Escola Manoel de barros. A tarefa não é fácil e por isso devemos contar com a participação, principalmente, dos pais dos alunos, Conselho Tutelar, polícia e Ministério Público.

O Governo do Rio Grande do Norte aprovou a Lei nº 8.814 de 2006 de autoria do Deputado Estadual Mineiro. A Lei institui ações interdisciplinares e de parcerias objetivando a prevenção e o controle da violência nas escolas públicas do estado.

Estou realizando com as turma que leciono nos turnos matutino e vespertino palestras sobre drogas e gravidez na adolescência e já estou programando outra sobre Bullying -comportamento consciente, intencional, deliberativo, hostil e repetido de uma ou mais pessoas, cuja intenção é ferir outros. Tenho feito este trabalho isoladamente porque a Secretaria de Educação, até o momento, não tem demonstrado preocupação com o problema.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Violência da rua invade escola

Brigas entre rapazes e meninas têm sido uma constante na escola Manoel de Barros. Só esta semana presenciei duas brigas, uma entre dois meninos e a outra entre duas meninas. Ao apartar a primeira briga sofri um soco de um dos brigões. Com relação a briga das meninas, tivemos sorte que aconteceu fora da escola e a polícia estava próximo ao local. Ao chegar a polícia encontro as duas agarradas no chão e teve dificuldade de separá-las. Durante o diálogo com os policiais as meninas cometeram desacato a autoridade.


Sou testemunha das inúmeras tentativas do diretor Ivanaldo diminuir a violência na escola, mas não está conseguindo. Ele já percebe que sozinho não conseguirá resolver o problema e já pensa reunir a comunidade escolar na buscar de soluções urgentes. Em função da complexidade da escola o Secretário de Educação propôs no Plano de Carreira do Magistério Público Municipal a nomeação de três diretores adjuntos (um por turno) e um geral. Até o momento foram nomeados somente Ivanaldo e Ana Martins. Tenho absoluta certeza que o desejo de Marcos Antonio é nomear os outros dois diretores adjuntos, mas o prefeito entende educação como gastos e não como investimento.


O que era para ser um local seguro não é hoje muito diferente do que se encontra nas ruas. A mais recente pesquisa coordenada pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) sobre a realidade escolar, mostra que estudantes e professores hoje já vêem a escola pública como um local para se tomar cuidado. Outra pesquisa realizada em 2007 por um grupo de professores da própria escola revelou que 56% dos alunos consideraram a indisciplina dos colegas como principal problema da escola.


Se não houver um trabalho de parceria com os pais de alunos, Conselho Tutelar e Ministério Público, dificilmente avançaremos na resolução do problema que vem se agravando de forma muito rápida. Hoje as vítimas são os próprios alunos, amanhã serão os professores e funcionários da escola.