sábado, 15 de julho de 2017

O que é Google Drive e como usar?

O Google Drive é um serviço de disco virtual do Google, oferecendo 15 GB de espaço gratuito para seus usuários. O serviço permite o armazenamento de arquivos na nuvem do Google e possui aplicativos para sincronização para Windows, Mac e Android.

Os arquivos armazenados no Google Drive, podem ser compartilhados com seus amigos e colaboradores através da conta do Google. Você poderá decidir com quem irá compartilhar cada arquivo além de decidir o nível de permissão de cada pessoa, escolhendo quem apenas poderá visualizar, editar ou comentar nos seus arquivos.

Com o google deive você pode se libertar do Word, Excel e Power Point, pois além de armazenar seus arquivos ele oferece ferramentas similiares ao do pacote ofice.

Você porfessor deve experimentar esta poderosa ferramente e para isso acesse AQUI um curso completo grátis.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

16 vídeos inspiradores mostram como é possível transformar a educação

Painéis do maior evento de inovação em educação do país apontam novos caminhos para conectar escola com desejos dos estudantes

Como práticas pedagógicas e escolas inovadoras ao redor do mundo estão alcançando resultados positivos? Todos os vídeos do Transformar 2017 já estão disponíveis para você assistir aos melhores momentos do maior evento de inovação em educação do país.

Em falas inspiradoras de estudantes, educadores e especialistas de diferentes países, são compartilhadas experiências de aprendizagem que apostam em novas formas de avaliação, atividades mão na massa, desenvolvimento de competências socioemocionais, uso de tecnologia e protagonismo jovem para conectar a escola com os interesses da juventude. Confira:

Baseados em experiências das suas realidades e dados de pesquisas que ouviram jovens, os estudantes Ana Clara Nunes,14, Arthur Rezende, 16, Cecília Azevedo, 16, Débora Pessoa, 18, e Derivaldo Jr., 19, falam como é a escola dos seus sonhos.

Promover a equidade é a missão da Leadership Public Schools (LPS), uma rede pública de escolas de ensino médio dos Estados Unidos. Michael De Sousa, diretor da escola de design da LPS, conta a experiência da instituição no desenvolvimento de competências para o século 21.

A Valor Collegiate Schools, nos Estados Unidos, também desenvolveu uma abordagem inovadora para trabalhar o desenvolvimento de competências para o século 21. Sarah Giblin e Travis Commons compartilham experiências de aprendizagem socioemocional.

Com educação voltada para conexão com a natureza e a sustentabilidade, a Green School, localizada na ilha de Bali, na Indonésia, é conhecida como a escola mais verde do mundo. A professora Nicola Unite conta como é trabalhar em uma instituição centrada no estudante.

Diretor da primeira escola sustentável da América Latina, Valnei Alexandre conta como o Colégio Estadual Erich Walter Heine, no Rio de Janeiro, integra o currículo, os espaços de aprendizagem, a alimentação e as práticas pedagógicas para formar cidadãos sustentáveis.

Que tal trabalhar com novas abordagens para acompanhar a aprendizagem? Jill Lizier, coordenadora de currículo da Swasey Central School, em Brentwood (EUA), conta como desenvolve avaliações de desempenho alinhadas aos requisitos estaduais.

A educação mão na massa pode melhorar a aprendizagem e trazer mais engajamento para as atividades escolares. Tim McNamara, diretor da High Tech High Chula Vista, nos Estados Unidos, compartilha experiências da rede de escolas com a adoção dessa metodologia.

O aprendizado prático gera impacto dentro de uma instituição, de uma rede de escolas ou até mesmo de um distrito inteiro. Nico Janik, coordenadora de makerspace/engenharia do Distrito Escolar de Ravenswood City, nos Estados Unidos, compartilha a sua experiência de construção de um programa de aprendizagem mão na massa.

A personalização ajuda a respeitar os diferentes ritmos e formas de aprender dos estudantes. Nick Kim, diretor executivo da unidade de ensino médio Summit Tahoma, em San Jose, na Califórnia, Estados Unidos, conta como a rede de escolas está trabalhando dentro dessa abordagem para oferecer ensino personalizado a todos os estudantes.

Para mostrar que é possível desenvolver competências para o século 21 na escola, o diretor Wilmann Costa compartilha a experiência do Colégio Estadual Chico Anysio, uma unidade de referência em inovação na rede do Rio de Janeiro.

Na Seattle Public Schools District, no estado de Washington, Estados Unidos, o trabalho com competências também está inserido no projeto pedagógico da instituição. Helen Walsh e Rachel Powers Carrasco, participaram do programa de formação RULER (sigla em inglês para reconhecer, entender, identificar, expressar e controlar emoções) e compartilham essa experiência.

Colocar a mão na massa pode ser um caminho para transformar as aulas teóricas. Fabio Zsigmond, fundador do espaço de aprendizagem Mundo Maker, conta como a aprendizagem criativa pode fazer parte do cotidiano da escola.


Quem também compartilha sua experiência de como transformar as aulas com a aprendizagem mão na massa é o professor Jordan Budisantoso, que fundou o curso de ciências da computação na Washington Leadership Academy, escola pública independente em Washington, DC. Ele apresenta os impactos dessa metodologia e mostra como seus alunos aprendem a interação homem-computador; resolução de equações algorítmicas; web design; programação; ciência dos dados; e robótica.

Na Steve Jobs Schools, os alunos são estimulados a descobrir seus talentos e a desenvolver habilidades importantes para a vida. O CEO da rede de 30 escolas, Maurice de Hond, fala como a tecnologia pode transformar a forma de aprender.

Se os alunos gostam de jogos, por que não usar essa estratégia para ensinar? Gonzalo Frasca, líder de design da WeWeWantToKnow, empresa que produz a série de jogos de álgebra e geometria chamada DragonBox, usa experiências práticas para mostrar que os games podem transformar a aprendizagem.

Na rede pública e particular de ensino de Goiânia (GO), o professor Greiton Toledo usa jogos para engajar os estudantes e ensinar matemática de uma forma diferente.

Transcrito do site Porvir

quinta-feira, 22 de junho de 2017

O que jovens pensam e querem da escola?

Os estudantes Ana Clara Nunes,14, Arthur Rezende, 16, Cecília Azevedo, 16, Débora Pessoa, 18, e Derivaldo Jr., 19, representantes das cinco regiões do Brasil, abriram o Transformar 2017 com relatos sobre suas realidades e dados de pesquisas que ouviram jovens sobre a educação. A fala foi ilustrada pela facilitação gráfica de Mariana Kz, do Coletivo Entrelinhas. Assista:


Créditos: Transformar

terça-feira, 20 de junho de 2017

Organize um Grêmio Estudantil na sua escola!

Só acreditamos numa escola verdadeiramente democrática e cumpridora do seu papel de formar cidadãos verdadeiramente críticos e participativos se os alunos seus pais fizerem parte de todas as decisões.

Procurando oferecer aos alunos um espaço para defesa de seus direitos na escola, estamos colocando neste blog informações que os ajudarão na formação de um Grêmio Estudantil. A partir de agora você não terá mais desculpas para não criar seu grêmio na sua escola. Dúvidas, peça ajuda a seus professores. Esperamos que sirvam para o debate e a ação na sua escola. Acesse AQUI o site e saiba:
  1. O que é um Grêmio Estudantil
  2. Como formar
  3. Leis
  4. Links interessantes
  5. Modelo de documentos
  6. Ações do Grêmio

sábado, 17 de junho de 2017

As 10 ferramentas online que todos os professores deveriam conhecer


A cada ano, a tecnologia invade mais as salas de aula. Para os estudantes, metodologias inovadoras – como aulas online, lousas digitais e gamificação – ajudam e facilitam o aprendizado. Mas eles não são os únicos beneficiados pelos avanços tecnológicos. Os professores também têm à sua disposição diversas ferramentas online para auxiliá-los em todas as etapas do processo de ensino, do planejamento das aulas à correção de provas.

Conhecer as melhores maneiras de usar essa ampla gama de ferramentas disponíveis e explorar todo seu potencial ajudará os profissionais da educação a se organizar melhor, criar conteúdos mais atrativos para os alunos e economizar tempo em diferentes tarefas.

Fique por dentro de tecnologias de ensino mais inovadoras e conheça 10 ferramentas online com enorme potencial de facilitar o trabalho de professores e aprimorar o ensino e a aprendizagem dos alunos. Elas são fáceis de usar e – melhor de tudo – são gratuitas. Vamos conhece-las? Então clique AQUI.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

9 documentários mostram como os jovens querem (e vão) transformar a educação

Que tal se inspirar? Porvir indica filmes que retratam inquietações e sonhos de estudantes em busca respeito à diversidade, equidade e qualidade educacional

Críticas aos modelos atuais de educação, anseio pelo respeito à diversidade e ocupação das escolas. Os jovens querem falar e, cada vez mais, deixam claro que desejam se envolver na transformação das suas escolas. Para inspirar educadores e entusiastas da área, o Porvir reuniu nove documentários que mostram como os estudantes podem ser protagonistas na busca por melhorias educacionais.

Entre produções nacionais e internacionais, a lista traz nove documentários que retratam inquietações e sonhos de jovens em busca do respeito à diversidade, equidade e qualidade na educação. Prepare a pipoca e confira os documentários no site do Porvir.

domingo, 21 de maio de 2017

Educação para o Século 21

Mais exercícios, mais repetição e mais testes podem até resultar em uma nota maior, mas não prepararão o aluno de forma integral e, muito menos, darão conta de desenvolver todas as competências que ele necessita para enfrentar os desafios do século 21.


Enquanto o mundo abre espaço e cobra que os jovens sejam protagonistas de seu próprio desenvolvimento e de suas comunidades, o ensino tradicional ainda responde com modelos criados para atender demandas antigas. A realidade é que o ser humano é definitivamente complexo e, para desenvolvê-lo de maneira completa, é necessário incorporar estratégias de aprendizagem mais flexíveis e abrangentes. Continue lendo o artigo AQUI.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

O coordenador pedagógico deve observar a sala de aula?

Para um coordenador pedagógico, observar a sala de aula pode ser um dos momentos mais críticos da função, pois já se enraizou a ideia de que se observa para supervisionar. Mas é preciso ressaltar que, no contexto pedagógico escolar, a observação é uma excelente estratégia na formação dos professores na escola, já que ela pode contribuir para levar o professor a uma reflexão de sua prática e a buscar novas possibilidades de intervenções para a melhoria do ensino. Mas como fazer esta observação da melhor maneira?

Neste terceiro artigo da série sobre o papel do coordenador pedagógico nas escolas (veja aqui o primeiro e o segundo), feito com base no estudo da pesquisadora Silvana Tamassia, que relata a experiência na formação de gestores no curso de Gestão para a Aprendizagem, realizado pela Fundação Lemann em parceria com a Elos Educacional, vamos abordar a segunda frente de atuação desse profissional: o acompanhamento da ação pedagógica do professor em sala de aula por meio de observações planejadas. Continue lendo o artigo AQUI

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Organização da sala de aula deve mudar conforme intenção pedagógica

Saiba como tornar o ambiente de aprendizagem um lugar flexível e quais as possibilidades pedagógicas de diferentes arranjos

por Ana Luiza Basílio, do Centro de Referências em Educação Integral

Entender a sala de aula como um local flexível é um dos primeiros passos para se pensar a diversificação das práticas pedagógicas. A mudança, no entanto, não deve acontecer de forma isolada e precisa estar inserida dentro de uma proposta política e pedagógica. “É fundamental que antes de pensar os espaços se discuta a concepção de educação colocada, bem como o que se pretende com os sujeitos ali presentes”, considera a professora Sandra Caldeira, mestre e doutora em História da Educação. Leia  artigo completo AQUI.

sábado, 15 de abril de 2017

As amarras burocráticas e o medo de mudar nos impede de avançar

Temos defendido uma Proposta Pedagógica para o Ensino de Jovens e Adultos Semipresencial para enfrentarmos o grande problema que é a evasão escolar. A proposta da Escola Manoel de Barros tem como pilares:
  1. Flexibilização do tempo do educando;
  2. Reorganização do tempo do educador;
  3. Flexibilização da carga horária anual;
  4. Metodologia e ações que atendam as necessidades de aprendizagem;
  5. Uso das novas tecnologias com o objetivo de facilitar o processo de ensino e aprendizagem;
  6. Processo avaliativo capaz de diagnosticar as dificuldades e possibilidades do educando e do educador, reorientando o processo educativo e não como único instrumento de aprovação e reprovação.
Fundamentação legal
Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB)
Art. 80 - O Poder Público incentivará o desenvolvimento e a veiculação de programas de ensino a distância, em todos os níveis e modalidades de ensino, e de educação continuada. Acesse o Regulamento

Art. 87, parágrafo 3º, inciso II - Prover cursos presenciais ou à distância aos jovens e adultos insuficientemente escolarizados;

Decreto Nº 5.622/2005 (Regulamenta o Art. 80 da LDB) 

A LDB permite uma ampla flexibilização de modo que a escola possa definir seu rumo, mas as amarras dos burocratas freiam qualquer iniciativa com o objetivo de adaptarmos nossa escola às necessidades reais dos nossos alunos.

Fizemos uma consulta aos alunos do Ensino de Jovens e Adultos (EJA) do Manoel de Barros este ano para saber se eles preferem que o início das aulas comece às 18 ou 19 horas e se eles desejam estudar pelo EJA Presencial ou o Semipresencial Dos 148 alunos consultados o resultado foi o seguinte:

  • 41 alunos preferem que as aulas comece às 18 horas e 107 preferem às 19 horas
  • 54 alunos desejam estudar pelo sistema presencial e 94 pelo semipresencial.
A não implantação das mudanças propostas pela direção da escola já está causando um enorme estrago. Como prevíamos que a evasão nos EJA´s seria inevitável com o atual sistema, matriculamos 60 alunos por turma e hoje estão efetivamente assistido aula aproximadamente 10 a 15 alunos por turma.

Se todos nós queremos mudar essa triste realidade não tem outro caminho a não ser fazer diferente o que está dando errado. Agora, não dar para esperar que vamos obter resultados diferentes fazendo a mesma coisa de forma errada,

Mudar os péssimos índices que amargamos a anos exige coragem para se opor as amarras burocráticas, comprometimento e muita capacitação de todos os atores envolvidos no nosso sistema educacional.